A febre amarela é uma doença infecciosa relevante no cenário da saúde pública, com vacina altamente eficaz (superior a 95%). No entanto, em 2024, a cobertura vacinal apresentou queda significativa, passando de 91% para 63%, influenciada por fatores como desinformação, hesitação vacinal e aspectos socioculturais.
Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento de estudantes da área da saúde sobre a vacinação contra a febre amarela e discutir seu papel como agentes de promoção da saúde.
📊 Entre os principais achados:
• Embora 98% relatem conhecimento sobre a doença, 68% não se sentem confiantes para esclarecer dúvidas;
• 44% apresentam dificuldade em explicar cientificamente os efeitos adversos;
• 53% demonstram hesitação ao orientar pais sobre vacinação;
• Apenas 36% acertaram recomendações relacionadas à amamentação pós-vacinação.
📌 Os resultados evidenciam lacunas importantes na formação, especialmente no que se refere à comunicação em saúde - elemento essencial para o enfrentamento da hesitação vacinal.
💡 O estudo reforça a necessidade de estratégias educacionais que integrem teoria e prática, preparando melhor os futuros profissionais para atuar na promoção da saúde.
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